Plano de Leitura 2026

CAPÍTULO 85 · 26/Mar

1 Samuel 4–7

Dia 85 de 365

Imagine-se diante de um sacrifício de paz, onde cada gesto é uma oferta de comunhão com Deus. No Antigo Testamento, esses sacrifícios eram momentos de celebração e entrega, onde a gordura, símbolo da excelência, era queimada no altar como aroma agradável ao Senhor — Levítico 3:16. Hoje, nossa comunhão não depende mais de rituais externos, mas do sacrifício perfeito de Cristo, que nos reconciliou com Deus.

A paz que Cristo nos oferece não é superficial; é uma paz que invade o mais profundo do nosso ser, mesmo em meio às tempestades. Ele disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá” — João 14:27. Essa paz não é ausência de problemas, mas a certeza de Sua presença em cada situação. Assim como o sacrifício de comunhão envolvia participação ativa, somos chamados a viver essa paz em ação: perdoando, reconciliando e sendo agentes de unidade. Reflita: há algo em sua vida que precisa ser entregue no altar da paz? Talvez seja um relacionamento quebrado, um ressentimento guardado ou uma culpa que você insiste em carregar. Cristo já pagou o preço; resta a você aceitar e viver essa reconciliação.

Ore: “Senhor, entrego tudo o que me impede de viver em paz. Que o Teu sacrifício me transforme em um instrumento de reconciliação. Ajuda-me a refletir a Tua paz em cada área da minha vida. Em nome de Jesus, amém.”

Frase-marca: A verdadeira paz não é encontrada na ausência de conflitos, mas na presença de Cristo em meio a eles.